quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CORRER RISCOS – Sêneca - Colaboração de Suely Aquino.

Rir é correr risco de parecer tolo.
 
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
 
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
 
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
 
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
 
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
 
Viver é correr o risco de morrer.
 
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
 
Tentar é correr o risco de fracassar.
 
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
 
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
 
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
 
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.


A vida é uma só e deve ser vivida intensamente!
 
Por isso, dance, chore, ame, grite, arrisque-se...
 
Se no meio do caminho houver alguma decepção, não desista!
 
A vida de ninguém é perfeita, sempre tem algum obstáculo a ser superado.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!

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